CONGRESSO NACIONAL: MUITO GASTO, POUCO RESULTADO!!!
Com um custo diário estimado em mais de R$ 40 milhões (ou até R$ 74 milhões por dia útil legislativo), o Congresso Nacional brasileiro — composto por 513 deputados federais e 81 senadores — consome recursos públicos em escala gigantesca. A pergunta que muitos brasileiros fazem é: vale a pena?
A resposta, infelizmente, é desanimadora.
Se formos otimistas, poderíamos classificar os parlamentares da seguinte forma:
20% são realmente bons, atuam com ética, comprometimento e pautas voltadas ao interesse público.
20% são razoáveis, com atuação parcial e limitada.
E os demais 60% defendem interesses próprios, de grupos econômicos ou políticos que bancaram suas campanhas.
Ou seja, uma maioria improdutiva e cara.
O Senado: um legado da ditadura
O Senado, por sua vez, ainda carrega um entulho autoritário: o terceiro senador por estado, incluído na ditadura militar para garantir maioria governista. A redemocratização de 1988 manteve esse modelo — que hoje onera os cofres públicos sem trazer benefícios proporcionais à representatividade.
Em comparação, os Estados Unidos têm apenas dois senadores por estado, com um modelo mais enxuto e eficiente.
Câmara dos Deputados: superlotada e ineficaz
Na Câmara, o excesso de parlamentares se traduz em pouca produtividade e gastos altíssimos com verbas de gabinete, assessores, cotas parlamentares, auxílio-moradia, aposentadorias e muito mais. Uma redução de 30% dos cargos poderia representar bilhões em economia, sem comprometer a democracia.
Cortes para o povo, privilégios para as elites
O discurso dominante no Congresso é sempre o da austeridade fiscal, mas quando falamos em cortar privilégios da elite política, o silêncio impera. Os cortes atingem áreas sociais, educação, saúde e programas essenciais — mas os privilégios parlamentares seguem intactos.
Hora de reagir
O povo precisa se unir: movimentos sociais, sindicatos, coletivos populares e lideranças conscientes devem levantar essa pauta. Uma reforma estrutural do Congresso é urgente — não apenas por economia, mas por justiça e representatividade.
Valmirar Gomes


