9 de outubro de 2026

Riedel e Azambuja comemoram posição de MS no PIB per capita

(Em renda média por habitante, Estado foi o 6º do País, com o segundo maior crescimento real em 2023)
Com bons resultados no tratamento de sua economia, Mato Grosso do Sul teve o sexto melhor desempenho no PIB per capita do Brasil em 2023. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Estado foi também o segundo em índice de crescimentoterno. O PIB per capita é o valor do Produto Interno Bruto de um país, estado ou cidade dividido pelo número de habitantes, servindo como indicador de riqueza econômica por pessoa, ajudando a comparar o desenvolvimento entre diferentes regiões e a estimar o padrão de vida médio da população.
Reinaldo Azambuja, que era o governador em 2023, comemorou o resultado. Ao chamá-lo de “um verdadeiro Pibão”, destacou  crescimento real de 13,4%, quatro vezes maior que a média nacional. “Nosso Estado ficou em segundo no ranking, atrás apenas do Acre, que teve 14,7%. Este avanço extraordinário é sustentado, principalmente, pelo agro, que teve crescimento superior a 25% no valor adicionado e passou a representar 25,92% de todo o PIB estadual”, completou.
Safras  de soja, milho e cana-de-açúcar batendo recordes, com a produtividade elevada e expansão de área cultivada, explicam o histórico salto da economia regional, comentou o ex-governador, endossado pelo sucessor, o governador Eduardo Riedel (PP). Para ele, com as políticas públicas são executadas desde a gestão de Azambuja, a economia veio ganhando consistência e disseminando confiança e um ambiente seguro aos empreendedores, otimizando o potencial para atrair investimentos.
OS DEZ MAIS – Divulgadas há uma semana pelo IBGE, as Contas Regionais de 2023 mostram que o Distrito Federal fechou o ano com um PIB estimado em R$ 365,7 bilhões, valor que mantém a capital com o maior índice da região Centro-Oeste e oitavo do Brasil. Como maior PIB per capita, uma marca já tradicional, o DF chegou a R$ 129.790,44 por pessoa, 2,4 vezes superior à media nacional.
São Paulo ficou em segundo, registrando média de R$ 77.566,27 por habitante, vindo a seguir o Mato Grosso com R$ 74.620,05, Rio de Janeiro (R$ 73.052,55) e Santa Catarina (R$ 67.459,74), que completam os cinco primeiros do ranking nacional. Em seguida estão Mato Grosso do Sul (R$ 66.884,75), Rio Grande do Sul (R$ 59.736,20), Paraná: (R$ 58.624,33), Espírito Santo (R$.732,78) e Rondônia (R$ 48.353,38).
  SOB CONTROLE – Para o titular da Sefaz (Secretaria Estadual de Fazenda), Flávio César, o êxito de gestão que consagrou o Estado como referência nacional tem uma razão determinante: sua governança. Com as contas sob controle, a saúde financeira preservada e caixa para conservar o fôlego no cumprimento dos compromissos inadiáveis, como a folha salarial dos servidores, Mato Grosso do Sul chega ao fim de mais um exercício administrativo pronto para planejar e executar novas e vitoriosas intervenções em 2026, salienta.
Presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Fazenda (Consefaz), Flávio diz que se Mato Grosso do Sul é referência nacional, isto não acontece por acaso: “É fruto da condução responsável do governador Eduardo Riedel e da atuação dedicada de cada secretário, de cada equipe e cada servidor que entende o papel do serviço público como instrumento de transformação”. O secretário passou toda a semana passada em reuniões com os colegas titulares e adjuntos das pastas estaduais, para trocar ideias sobre os cenários de hoje e amanhã.

Ontem e hoje: Riedel mantém políticas públicas vitoriosas iniciadas por Azambuja – (Instagram)

Secretário de Fazenda, Flávio César: o Estado é referência por sua governança   – (Instagram)

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