O Pantanal no Pódio: Equipe Fábio Costa carimba o passaporte do MS no Taekwondo nacional
A Arena Carioca 1, no coração do Parque Olímpico do Rio de Janeiro, sentiu o peso do chute sul-mato-grossense na última semana. Após uma maratona de combates de alto nível no Grand Slam 2026, a delegação da Equipe Fábio Costa retornou a Mato Grosso do Sul trazendo na bagagem mais do que medalhas: trouxe a confirmação de que o estado é um celeiro de talentos para a Seleção Brasileira.
A Prata com Gosto de Ouro
O nome da vez é Jheferson Glaciel Ribas da Silva. Na categoria Juvenil (até 73kg), o atleta trilhou um caminho irretocável, superando adversários de estados tradicionalmente fortes até alcançar a final. A medalha de prata não é apenas um adorno; é o símbolo de uma ascensão técnica que colocou o MS no centro das atenções da Seletiva Nacional.
Bronze de Resiliência
Já na categoria peso-pesado (Juvenil acima de 78kg), Carlos Henrique Estival Alvarenga mostrou que técnica e força caminham juntas. O bronze conquistado por Carlos foi fruto de uma maturidade tática elogiada nos bastidores, garantindo sua posição entre a elite do taekwondo nacional.
“Essas medalhas são o reflexo de um trabalho silencioso que começou lá em novembro. Ver o Jheferson e o Carlos no pódio, e observar a garra do Eraldo Diego e do Matheus Gomide, prova que nossa preparação física e mental estava no ponto certo”, destacou o Mestre Fábio Costa.
Os Números da Expedição Carioca
| Atleta | Categoria | Resultado |
| Jheferson Glaciel | Juvenil (-73kg) | Prata |
| Carlos Henrique | Juvenil (+78kg) | Bronze |
| Eraldo Diego | Sub-21 (-54kg) | Participação Destacada |
| Matheus Gomide | Juvenil (-55kg) | Participação Destacada |
Além do Tatame: O Suporte Necessário
O sucesso no Rio de Janeiro não foi um esforço isolado. A viabilização dessa jornada contou com o suporte estratégico da Fundesporte e da SETESC, sob a gestão de Paulo Nuñes e Marcelo Miranda, respectivamente. O apoio governamental foi o “chute inicial” que permitiu aos atletas focarem apenas no que sabem fazer de melhor: lutar.
O que vem agora?
Com os pés no chão e as medalhas no peito, a equipe já retoma os treinos em Campo Grande. O objetivo é claro: transformar a experiência adquirida no Rio na base para os próximos ouros da temporada.

Equipe Fábio Costa

