EcoPark Campo Grande é destaque na 7ª Mostra de Turismo de Campo Grande

O EcoPark Campo Grande foi um dos destaques da 7ª Mostra de Turismo de Campo Grande, realizada na última quarta-feira (12), no auditório do Sebrae. Convidado para participar to talk show, o empresário Cícero Ávila, proprietário do empreendimento, apresentou a trajetória de transformação do local — que nasceu como clube e hoje se consolida como um dos maiores parques aquáticos do Centro-Oeste, com projeção de se tornar um destino turístico relevante em Mato Grosso do Sul.
“Foi um momento muito marcante da presença do EcoPark Campo Grande na 7ª Mostra de Turismo da cidade, onde pudemos entender um pouco mais as tendências, a visão, o futuro, as projeções do turismo regional”, afirmou Cícero Ávila durante o evento.

De clube a parque aquático de padrão nacional
O EcoPark iniciou sua jornada em 2018, quando a direção decidiu expandir o modelo de clube para se tornar um parque aquático nos moldes dos grandes players brasileiros. Desde então, o empreendimento tem entregue novas estruturas anualmente:
2018: inauguração do bar molhado, complexo tematizado inspirado em Caldas Novas.
2019: construção da Cidade da Criança.
Anos seguintes: implementação do primeiro Rio Lento de Mato Grosso do Sul, três brinquedos radicais, sistema de aquecimento de piscinas.
Final de 2025: inauguração da primeira piscina de ondas do estado, com 2.500 m² de espelho d’água, praia de areia de 5.000 m², paisagismo com coqueiros, toboágua triplo de 20 m de altura e estrutura hoteleira com 40 apartamentos.
Números e projeções
Em 2025, o EcoPark recebeu 202 mil visitantes, volume comparável a grandes atrações turísticas do estado, como o Bioparque do Pantanal (216 mil) e Bonito (278 mil). Para 2026, a projeção é alcançar entre 250 e 300 mil visitantes.
Os investimentos anunciados para os próximos dois a três anos somam R$ 140 milhões, distribuídos em:
R$ 30 milhões em cinco novos brinquedos radicais.
R$ 120 milhões na construção do primeiro resort da capital, com 264 apartamentos, área de lazer ampliada e centro de convenções para 1.000 pessoas.
Até o momento, o EcoPark já acumulou cerca de R$ 100 milhões em investimentos.
Visão e propósito
Cícero Ávila destacou que a expansão do EcoPark vai além de uma estratégia de negócios. “Quem me deu essa visão não fui eu, foi Deus. Nosso planejamento estratégico está escrito: ‘Fazer do EcoPark Campo Grande um destino turístico relevante em Mato Grosso do Sul’”, disse.
O empresário ressaltou ainda a importância de uma cultura organizacional forte, alinhada a valores humanos. “Na minha empresa, não aceito assédio sexual, não aceito assédio moral. Invisto no ser humano, na inteligência emocional dos colaboradores. Quando invisto num programa de inteligência emocional, não estou preocupado com a performance para a empresa — isso será automático. Estou investindo naquele ser humano para que ele seja um pai melhor, um esposo melhor, um cidadão melhor e um profissional extraordinário.”
Acessibilidade e preço justo
Apesar da grandiosidade da estrutura, o Ecopark mantém preços acessíveis. “Parque aquático precisa entender quem é seu consumidor. Nosso público é majoritariamente das classes B e C. É um destino de lazer extremamente democrático. Os preços que praticamos são absolutamente alinhados à realidade do mercado. O cliente pode ter certeza de que vai comer bem, beber bem e pagar um preço justo”, afirmou Cícero Ávila.
Com os novos investimentos, o EcoPark Campo Grande se prepara para consolidar sua posição como vetor de desenvolvimento do turismo local e regional, cumprindo a visão que, segundo o empresário, lhe foi revelada há alguns anos: tornar-se um destino turístico relevante em Mato Grosso do Sul.
Valmirar Gomes


